23 de set de 2008

Novela da vida real

Gente, desculpa a sumida, estou bem corrida e não tive como postar antes... Mas lá vai... dei uma mudada no outro post porque senão este ia perder a graça! Se tiver tempo e paciência, confira!

Entram no quarto, Catarina deita na cama e dorme, quando acorda, percebe que está sem nenhuma roupa. O moço (o qual Catarina não faz idéia do nome) acorda e olha para ela, ele está vestido, e diz “E aí peladona?”. Ela rebate “e aí vestidão?”. E riem, mas Catarina quer entender o que está acontecendo, porém, ao mesmo tempo, ela se sente envergonhada por não ter a mínima idéia de como foi parar lá.
Catarina decide então agir com naturalidade, vai ao banheiro e percebe que está com seu absorvente interno, ou seja, não teve sexo. (Eu sei que vai ter gente que vai pensar que tinha outro buraco pro cara tentar aproveitar, mas Catarina garante que acordou e verificou se estava tudo no lugar. E estava) Ela fica aliviada por saber que só estava ‘peladona’. Ao se vestir, o moço fala “então, vamos?”, ela sorri e vai, meio que sem saber o que falar. Ele pergunta onde ela mora, ela diz. E fim. Não existe mais conversa dentro do carro até ele chegar perto da casa dela e ela dizer “é aqui, pode parar”. Ele parou, deram um selinho sem graça e ela saiu do carro. O moço grita “hey, você esqueceu algo na chapelaria da balada” e ela se aproxima do carro, ele entrega a fichinha da chapelaria. Catarina engole o palavrão, dá um sorrisinho e sobe para casa dela. Percebendo o por quê de estar sem bolsa, agora tudo fez sentido, ela tinha saído de bolsa, mas esqueceu na chapelaria, agora Catarina estava sem a chave de casa, sem o telefone celular, sem a carteira, enfim, estava fodida.
Catarina foi a um orelhão, ligou para a mãe, disse que tinha dormido na casa de uma amiga e que tinha esquecido a chave. A mãe dela saiu do trabalho e foi abrir a porta para ela, que liga imediatamente para Cássio e conta que precisava voltar na balada pra pegar as coisas dela. Eles ligam lá e descobrem que só abre a partir de quarta, esperam 3 longos dias sem fim, Catarina se sentindo quase sem vida, estava sem o celular, sem as chaves e, principalmente, sua carteira com seus documentos, cartões e tudo mais. Quarta eles vão lá e Catarina pega a bolsa e confere se está tudo lá. Quando percebe que seu cartão de crédito internacional com limite no céu havia sumido! Se desespera, pois não havia bloqueado os cartões, contando com a honestidade das pessoas que trabalham na balada.
Finalmente ela bloqueia o cartão e espera pelo pior. Por uma fatura milionária que não poderá pagar e não terá como provar que não foi ela quem gastou. É o fim?
Desolada, Catarina se isola em casa esperando a fatura chegar. Cássio tenta acalmá-la, diz para ela procurar, vai que ela estava com o cartão em algum bolso? Ela acha só o comprovante e não o cartão, pede para Cássio procurar nas coisas dele também, afinal, ele foi o ultimo a ter contato com o cartão. Uma tortuosa semana para Catarina se passa, Cássio se encontra com uma amiga pra tomar uma cerveja e conta de todo o ocorrido. Quando ele vai pagar a conta, vê o cartão de Catarina em sua carteira. Ele havia esquecido que tinha guardado o cartão para Catarina. Quando ele procurou, procurou porcamente e não viu que estava atrás de seu bilhete único, usado para pegar o busão. Agora que ele achou o dito cujo, ligou para Catarina e finalmente ela conseguiu se curar da ressaca moral. E o moço, bom, este nunca mais foi visto.

2 comentários:

Ortega disse...

Dah, ñ rolô nem uma chupetenha...?

q sem graça...

Talita disse...

Se rolou, ela não lembra. Se ela não lembra, ela não fez hahahaha